Às 9h21 (horário de Brasília) desta quarta-feira (5), o contrato de setembro do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em leve baixa de 0,41%, cotado a R$ 68,37/saca; o de novembro recuava 0,19%, a R$ 73,11/sc. No acumulado da semana, os vencimentos acumulam perdas de 1,20% e 1,07%, respectivamente.

Ontem (4), o vencimento de setembro se desvalorizou 0,11%, cotado a R$ 68,65/sc, já o de novembro caiu 0,40%, a R$ 73,25/sc.

Nesta manhã, os preços internos eram pressionados pela queda dos contratos equivalentes do milho na Bolsa de Chicago (CBOT).

Além disso, a desvalorização do câmbio, fator que diminui a competitividade do grão voltado a exportação, também contribuía para o viés negativo.

O avanço da colheita da safra 2025/26 de milho no Centro do Sul do Brasil também pressionava as cotações do cereal, apesar do o ritmo das atividades estar abaixo em relação às temporadas anteriores.

Segundo o levantamento da DATAGRO Grãos, até a última sexta-feira (31), os trabalhos alcançaram 69,6% da área projetada, após um avanço semanal de 8,1 pontos percentuais. No mesmo período da temporada passada, os trabalhos estavam em 79,3% da área, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 70,6%.

No radar, amanhã (6), a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgará dados de exportação fechados do mês de julho.