Às 9h30 (horário de Brasília) desta segunda-feira (4), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) registrava leve alta de 0,43%, cotado a R$ 69,95/saca. O vencimento de setembro avançava 0,34%, a R$ 71,84/sc.
Na quinta-feira (30), o contrato de maio do milho fechou em forte baixa de 1,29%, cotado a R$ 67,88/saca. Já o vencimento de julho recuou 0,24%, a R$ 69,65/sc. Não houveram negociações na B3 na última sexta-feira (1º) em decorrência do feriado do Dia do Trabalho.
Nesta manhã, o mercado ajustava posições, tendo em vista a robusta perda anotada em abril e o iminente início da colheita do milho de inverno.
A colheita da safra de verão, por sua vez, caminha para o fim, com expectativa de um volume recorde, apesar dos atrasos nos trabalhos de campo.
Somando a primeira e a segunda safra, a DATAGRO Grãos aponta que o país deverá produzir 142,9 milhões de toneladas de milho na temporada 2025/26, volume levemente inferior na comparação com as 143,3 mi de t registradas no ciclo anterior.
No entanto, os ganhos do cereal negociado na B3 eram limitados pelo recuo do câmbio, fator que reduz a competitividade do grão voltado à exportação, e pela queda dos contratos equivalentes do milho na Bolsa de Chicago (CBOT).