Às 10h15 (horário de Brasília) desta terça-feira (7), o contrato de setembro do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) apresentava estabilidade com viés de baixa (-0,25 ponto e -0,06%), cotado a US$ cents 438,00/bushel; o de dezembro operava estável, a US$ cents 457,75/bushel.
Ontem (6), o contrato de setembro subiu 3,61%, a US$ cents 438,25/bushel, e o de dezembro disparou 3,68%, a US$ cents 457,75/bushel.
Nesta manhã, o mercado ajustava posições, tendo em vista os robustos ganhos registrados na véspera e também na última semana, enquanto segue atento ao desenvolvimento das lavouras de milho no Corn Belt.
Levantamento realizado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) até domingo (5) mostra que 16% da área total semeada já alcançou a fase de embonecamento, ritmo praticamente em linha com a temporada anterior (17%) e um pouco acima da média dos últimos cinco anos (14%). Além disso, 3% já se encontra em fase de espigamento.
Quanto às condições das lavouras, 67% foram classificadas como boas/excelentes – estável em relação à semana anterior, mas abaixo dos 74% da última temporada. Do restante, 25% foram avaliadas como regulares e 8% como ruins/muito ruins.
Boletim diário do USDA aponta que as temperaturas no Corn Belt permanecem, em sua maior parte, favoráveis para as culturas de verão que estão na fase reprodutiva e só deverão ultrapassar 32°C mais tarde hoje em algumas áreas produtoras do oeste, como Nebraska e Dakota do Sul.
Ainda dando algum suporte aos preços, o relatório semanal de ontem do USDA indicou embarques de milho acima do esperado na semana encerrada em 2 de julho.
O petróleo subia quase 2% no mercado internacional, com investidores repercutindo recentes relatos de ataques a embarcações próximas ao Estreito de Ormuz. A valorização do combustível fóssil aumenta a competitividade do etanol norte-americano produzido à base de milho.