Às 10h05 (horário de Brasília) desta quarta-feira (1º), o contrato de maio do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) registrava moderada queda de 0,59%, cotado a R$ 72,47/saca, porém com ganho acumulado de 0,44% na parcial da semana. O vencimento de julho caía 0,97%, a R$ 71,70/sc, mas com valorização de 0,62% no recorte semanal.

Na véspera (31), o vencimento de maio cedeu 1,09%, a R$ 72,90/sc, enquanto o de julho recuou 0,15%, a R$ 72,40/sc.

Nesta manhã, os preços internos eram pressionados pela desvalorização do câmbio e do cereal negociado na Bolsa de Chicago (CBOT).

No campo, com o plantio virtualmente encerrado, as atenções do mercado se voltam agora para as precipitações de abril, as quais serão determinantes para o desenvolvimento do milho de inverno no Centro-Sul do Brasil. A colheita da primeira safra, por sua vez, segue atrás do ano passado e da média dos últimos anos, impactada principalmente pelos atrasos registrados em Goiás, Minas Gerais e São Paulo.

A projeção atual da DATAGRO indica que, somando as duas safras, o Brasil deverá colher 144 milhões de toneladas de milho no ciclo 2025/26, volume 1% maior do que o registrado em 2024/25.

No radar, novos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, sobretudo pela relevância do Irã como um dos principais compradores internacionais do milho brasileiro.