Às 9h24 (horário de Brasília) desta quarta-feira (29), o contrato de setembro do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em baixa moderada de 0,80%, cotado a R$ 69,85/saca; o de novembro recuava 0,70%, a R$ 74,82/sc. No acumulado da semana, os vencimentos acumulam perdas de 1,03% e 0,11%, respectivamente.

Ontem (28), o vencimento de setembro se valorizou 1,82%, cotado a R$ 70,41/sc, já o de novembro avançou 2,73%, a R$ 75,35/sc.

Nesta manhã, os preços internos eram pressionados pelo recuo dos contratos equivalentes do milho na Bolsa de Chicago (CBOT), bem como pela tendência baixista do câmbio, fator que diminui a competitividade das exportações brasileiras do cereal.

Os investidores também monitoram o progresso da colheita do milho de inverno 2025/26 no Centro-Sul do Brasil.

Os trabalhos de campo atingiram 61,5% da área projetada, após um avanço semanal de 11,2 pontos percentuais, segundo o levantamento realizado pela DATAGRO Grãos até a última sexta-feira (24).

No mesmo período da temporada passada, os trabalhos estavam em 69,1%; na média dos últimos cinco anos, em 62,6%.

DATAGRO projeta que o Brasil irá colher 112,5 milhões de toneladas de milho nesta segunda safra de 2026, volume 5% menor na comparação com o último ciclo.