Às 9h23 (horário de Brasília) desta segunda-feira (6), o contrato de setembro do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em moderada alta 0,88%, cotado a R$ 67,59/saca. O vencimento de novembro anotava leve avanço de 0,31%, a R$ 70,72/sc.
Na sexta-feira (3), os futuros caíram 1,46% e 0,84%, a R$ 67,00/saca e a R$ 70,50/sc, respectivamente.
Nesta manhã, os preços internos eram sustentados pela alta de mais de 2% dos contratos equivalentes na Bolsa de Chicago (CBOT). Além disso, deva suporte a leve valorização do câmbio, fator que aumenta a competitividade do milho brasileirio negociado em dólar no mercado internacional.
Dados divulgados na sexta-feira pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e analisados pela DATAGRO Grãos mostram que o Brasil embarcou 434 mil toneladas de milho em junho de 2026, volume bem superior ao registrado em maio (249 mil t) e 18% acima do resultado anotado no mesmo mês de 2025 (367 mil t).
Os embarques brasileiros do cereal tendem a ganhar cada vez mais ritmo no segundo semestre deste ano, tomando o lugar da soja nos portos, conforme a colheita da safrinha avança no Centro-Sul do Brasil.
O último levantamento da DATAGRO Grãos mostra que os trabalhos se aproximavam de 20% da área cultivada, com um ritmo próximo ao observado no mesmo período do ano passado e na média das últimas cinco temporadas.