Às 9h29 (horário de Brasília) desta quinta-feira (20), o contrato de setembro do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em moderada alta de 0,85%, cotado a R$ 71,60/saca; o de novembro avançava 0,90%, a R$ 77,08/sc. Na semana, os futuros acumulam ganhos parciais de 1,87% e 2,53%, respectivamente.
Na véspera (19), o vencimento de setembro se desvalorizou 0,70%, a R$ 71,00/sc, e o de novembro recuou 0,34%, a R$ 76,39/sc.
Nesta manhã, os preços internos eram impulsionados pela alta de mais de 1% do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) e pelo leve avanço do câmbio, fator que aumenta a competitividade do grão brasileiro no mercado externo.
Os investidores seguem atentos aos embarques nacionais, que começam a ganhar ritmo neste mês, conforme a colheita do milho de inverno da safra 2025/26 é finalizada no Centro-Sul do Brasil.
Segundo o acompanhamento feito pela DATAGRO Grãos, até a última sexta-feira (14), os trabalhos alcançaram 86,3% da área cultivada, adiantados em relação à média dos últimos cinco anos (84,7%).
Até o momento, a colheita foi finalizada somente no Mato Grosso. Entre os outros estados, os trabalhos ultrapassam 70% no Paraná, em Goiás e em São Paulo.