Às 9h57 (horário de Brasília) desta quinta-feira (23), o contrato de setembro do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em alta moderada de 0,83%, cotado a R$ 70,69/saca; o de novembro anotava ganhos de 0,80%, a R$ 74,69/sc. Na parcial da semana, os futuros acumulam ganhos de 2,63% e 2,74%, respectivamente.
Na véspera (22), o vencimento de setembro subiu 1,43%, a R$ 70,11/sc, e o de novembro avançou 0,94%, a R$ 74,10/sc.
Nesta manhã, os preços internos eram beneficiados pelo avanço do câmbio, fator que aumenta a competitividade do milho brasileiro voltado a exportação, bem como pela valorização dos contratos equivalentes na Bolsa de Chicago (CBOT).
Ademais, o mercado monitora o progresso da colheita do milho de inverno 2025/26 no Centro-Sul do Brasil.
Segundo a DATAGRO Grãos, até o dia 17 deste mês, mostra que os trabalhos alcançaram 50,3% da área cultivada, ritmo abaixo da temporada passada (56,4%) e inferior à média plurianual (51,7%).
A DATAGRO Grãos projeta que o Brasil irá colher 112,5 milhões de toneladas de milho nesta segunda safra de 2026, volume 5% menor na comparação com o último ciclo.