Às 9h34 (horário de Brasília) desta segunda-feira (20), o contrato de maio do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) registrava alta moderada de 0,94%, cotado a R$ 66,32/saca. O vencimento de julho avançava 0,93%, a R$ 67,44/sc.
Na sexta-feira (17), os futuros caíram 0,30% e 0,27%, negociados a R$ 65,70/sc e a R$ 66,82/sc, nesta ordem. Na semana, eles acumularam perdas de 3,76% e 3,10%, respectivamente.
Nesta manhã, os preços internos eram sustentados pela valorização do câmbio, fator que aumenta a competitividade do grão brasileiro voltado à exportação, e pelo movimento de ajuste nas posições, tendo em vista as últimas perdas.
No entanto, maiores ganhos eram limitados pela queda dos contratos equivalentes na Bolsa de Chicago (CBOT).
O mercado segue acompanhando o desenvolvimento do milho de inverno no Centro-Sul do Brasil e a finalização da colheita do cereal de verão. A projeção da DATAGRO aponta para uma produção total de 144 milhões de toneladas de milho no ciclo 2025/26, somando a primeira e segunda safra, crescimento de 1% frente à temporada anterior.
No radar, os impasses diplomáticos sobre o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, no Oriente Médio, tendo em vista que o Irã é um dos principais destinos das exportações brasileiras de milho.