Às 9h54 (horário de Brasília) desta segunda-feira (27), o contrato de maio do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) registrava alta moderada de 0,77%, cotado a R$ 69,13/saca. O vencimento de julho avançava 1,03%, a R$ 69,76/sc.

Na sexta-feira (24), os futuros avançaram 1,14% e 0,06%, negociados a R$ 68,60/sc e a R$ 69,05/sc, nesta ordem. Na semana, eles acumularam ganhos de 4,41% e 3,34%, respectivamente.

Nesta manhã, os preços internos eram sustentados pelo avanço dos contratos equivalentes do cereal na Bolsa de Chicago (CBOT). No entanto, maiores ganhos eram limitados pela desvalorização do câmbio, fator que diminui a competitividade do grão brasileiro voltado à exportação.

No campo, a colheita da safra 2025/26 de verão já ultrapassou mais de 70% da área cultivada no Centro-Sul do Brasil, segundo acompanhamento da DATAGRO Grãos. O ritmo dos trabalhos, porém, se encontra atrasado tanto no comparativo anual quanto na média dos últimos cinco anos.

O safra de inverno segue em desenvolvimento, com a colheita devendo ter início nas próximas semanas. Diante das condições climáticas observadas ao longo da safra, a expectativa é de uma produção cheia, mas menor do que a colhida no ano passado.

Somando a primeira e a segunda safra, a DATAGRO Grãos aponta que o país deverá produzir 142,9 milhões de toneladas de milho na temporada 2025/26, volume levemente inferior na comparação com as 143,3 mi de t registradas no ciclo anterior.