Às 9h37 (horário de Brasília) desta segunda-feira (13), o contrato de setembro do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em moderada alta 0,86%, cotado a R$ 67,83/saca. O vencimento de novembro avançava 0,69%, a R$ 71,20/sc.
Na sexta-feira (10), os futuros caíram 0,30% e 0,13%, a R$ 67,25/saca e a R$ 70,71/sc, respectivamente. Por outro lado, no recorte semanal, os futuros acumularam ganhos de 0,37% e 0,30%, nesta ordem.
Nesta manhã, os preços internos eram sustentados pelo avanço de mais de 1% dos contratos equivalentes na Bolsa de Chicago (CBOT).
Ademais, a valorização do câmbio, fator que aumenta a competitividade do milho voltado à exportação, também contribuía para o cenário positivo.
No campo, a colheita da safra de inverno 2025/26 no Centro-Sul do Brasil já ultrapassou 26% da área cultivada, segundo o acompanhamento semanal da DATAGRO Grãos.
A DATAGRO projeta que o Brasil irá colher 112,5 milhões de toneladas de milho nesta segunda safra de 2026, volume 5% menor na comparação com o último ciclo.