O contrato de maio do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou esta segunda-feira (13) em leve queda de 0,75 ponto e 0,17%, cotado a US$ cents 440,25/bushel. O vencimento de julho terminou o dia em estabilidade com viés de baixa (-0,25 ponto e -0,06%), a US$ cents 451,00/bushel.
Após iniciarem o dia em alta, acompanhando a disparada de mais de 7% do petróleo, os preços do cereal perderam força, movimento também observado no mercado de petróleo, que acabou anotando alta de pouco mais de 2%. A variação nas cotações do combustível exerce influência direta na competitividade do etanol norte-americano, produzido à base de milho.
Também pressinou os preços o fortalecimento do dólar diante das principais moedas globais, fator que reduz a competitividade das exportações norte-americanas de milho. Próximo ao encerramento das negociações na CBOT, o DXY subia 0,10%.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou mais cedo que as inspeções de milho para exportação somaram 1,783 milhão de toneladas na semana encerrada em 9 de abril.
Esse volume é 13,1% inferior ao registrado na semana anterior (2,052 milhões de t), mas 2,6% acima do embarcado em igual período do ano passado (1,830 milhão de t). O desempenho veio dentro das projeções do mercado que iam de 1,5 a 1,825 milhão de t.
Daqui a pouco, o órgão reportará o boletim com os estágios e condições das lavouras norte-americanas. O plantio da safra 2026/27 de milho no Corn Belt teve início no começo deste mês, com expectativa de uma área cultivada menor.