Milho opera sem direção definida na manhã desta 6ª feira na B3

Às 9h34 (horário de Brasília) desta sexta-feira (22), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em estabilidade com viés de alta (+0,09), cotado a R$ 67,31/saca, com ganho acumulado de 0,76% na parcial da semana. Na contramão, o vencimento de setembro apresentava viés de baixa (-0,09%), a R$ 69,94/sc, porém com ganho semanal de 0,45%.

Na véspera (21), o contrato de julho subiu 0,43%, a R$ 67,25/sc, e o de setembro avançou 0,24%, a R$ 70,00/sc.

Nesta manhã, os preços internos eram sustentados pelo avanço dos contratos equivalentes na Bolsa de Chicago (CBOT), bem como pela valorização do câmbio, fator que aumenta a competitividade do grão voltado à exportação.

No campo, os investidores seguem monitorando com preocupação o desenvolvimento da safra de inverno, cuja colheita deve começar em breve. A DATAGRO Grãos reduziu nesta semana sua projeção para a colheita da segunda safra de 114,2 para 112,3 milhões de toneladas, o que configura uma queda de 5% ante a temporada anterior.

No radar, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) elevou ontem sua projeção para a safra 2025/26 de milho da Argentina em 3 milhões de toneladas, para 64 milhões de toneladas. Por lá, os trabalhos de colheita caminham em ritmo lento, com os produtores dando prioridade à finalização da colheita da soja.