Às 9h23 (horário de Brasília) desta segunda-feira (15), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em estabilidade com viés de alta (+0,02%), cotado a R$ 64,07/saca. Por outro lado, o vencimento de setembro recuava 0,24%, a R$ 66,67/sc.
Na sexta-feira (12), o contrato de julho caiu 0,28%, a R$ 64,06/saca, enquanto o de setembro avançou 0,56%, a R$ 66,83/sc.
Nesta manhã, os preços internos eram pressionados pelo recuo de mais de 1% dos contratos equivalentes na Bolsa de Chicago (CBOT), bem como pela leve desvalorização do câmbio, fator que diminui a competitividade do milho brasileiro voltado à exportação.
Os investidores seguem monitorando o progresso da colheita do milho de inverno 2025/26 no Centro-Sul do Brasil. Os trabalhos ainda estão no início, com Mato Grosso e Paraná liderando os esforços, e devem começar a ganhar mais ritmo nas próximas semanas.
A DATAGRO Grãos projeta que serão colhidas 112,3 milhões de toneladas de milho na safra de inverno, o que configura uma queda de 5% ante a temporada anterior. Boa parte dessa perda, porém, deve ser compensada pela safra de verão, cuja produção saltou 14%, para 28,9 milhões de toneladas, no ciclo 2025/26.