Às 9h19 (horário de Brasília) desta segunda-feira (29), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em leve alta 0,19%, cotado a R$ 64,41/saca. Por outro lado, o vencimento de setembro recuava 0,12%, a R$ 67,88/sc.
Na sexta-feira (26), os futuros caíram 0,42% e 0,06%, cotados a R$ 64,29/saca e a R$ 67,96/sc, respectivamente. No entanto, na semana, eles acumularam ganhos de 0,59% e 1,74%, nesta ordem.
Nesta manhã, os preços internos recebiam pressão do recuo dos contratos equivalentes do cereal na Bolsa de Chicago (CBOT), nos Estados Unidos. Paralelamente, o câmbio, fator que influencia a competitividade do milho voltado à exportação, operava próximo à estabilidade.
No campo, acompanhamento da DATAGRO Grãos até o dia 19 deste mês mostra que a colheita do milho de inverno 2025/26 no Centro-Sul do Brasil já ultrapassou 11% da área cultivada. O ritmo dos trabalhos se encontra similar ao observado no mesmo período de 2025 e na média plurianual.
Quanto à produção total do cereal, a DATAGRO projeta que serão colhidas 112,5 milhões de toneladas nesta segunda safra, queda de 5% ante o ciclo passado.