Milho opera em queda na Bolsa de Chicago na manhã desta 6ª feira

Às 10h15 (horário de Brasília) desta sexta-feira (26), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) registrava queda de 2,25 pontos e 0,54%, cotado a US$ cents 412,50/bushel; o de setembro recuava 1,75 ponto e 0,41%, a US$ cents 422,50/bushel. Na parcial da semana, os futuros acumulam perdas de 1,20% e 0,65%, respectivamente.

Após subirem mais de 2% na véspera (25), os futuros do milho voltavam a cair nesta manhã, pressionados pelo tombo de mais de 3% do petróleo no mercado internacional e pelo bom desenvolvimento da safra 2026/27 no Corn Belt.

Levantamento realizado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) até o último domingo (21) mostra que as primeiras lavouras já alcançaram a fase de embonecamento, num ritmo mais acelerado do que o observado no mesmo período da última temporada.

Quanto às condições, 68% das lavouras foram classificadas como boas/excelentes – mesmo percentual registrado na semana anterior e levemente abaixo dos 70% da última temporada. Do restante, 26% foram avaliadas como regulares e 6% como ruins/muito ruins.

O Drought Monitor, divulgado ontem pelo USDA, indica que as áreas sob experiência de seca diminuíram na última semana, para 22% do total. Ainda assim, o nível se encontra acima dos 16% observado no mesmo período do ano passado.

Quanto à previsão do tempo, conforme mostram os mapas do Serviço Nacional de Meteorologia (NWS), são esperadas chuvas em grande parte de Iowa e Illinois durante o final de semana, embora em algumas áreas a precipitação esteja sendo excessiva. Avisos e alertas de inundação estão em vigor desde o oeste do Kansas até o sul de Ohio.

Na próxima terça-feira (30), o USDA publicará o relatório anual de área plantada e os estoques trimestrais na posição 1º de junho. No radar, as colheitas em andamento no Brasil e na Argentina, o que deve fazer a competitividade desses dois países aumentar no mercado internacional nos próximos meses.