Às 10h15 (horário de Brasília) desta quinta-feira (11), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) apresentava moderada baixa de 2,25 pontos e 0,54%, cotado a US$ cents 416,75/bushel; o de setembro caía 2,50 pontos e 0,58%, a US$ cents 425,25/bushel. Na semana, os futuros acumulam perdas de 0,18% e 0,41%, respectivamente.
Ontem (10), o vencimento de julho caiu 0,12%, a US$ cents 419,00/bushel, enquanto o de setembro subiu 0,06%, a US$ cents 427,75/bushel.
Nesta manhã, os preços do cereal eram pressionados pelas condições predominantemente favoráveis ao desenvolvimento da safra 2026/27 no Corn Belt.
O Serviço Nacional de Meteorologia (NWS) aponta para a ocorrência de chuvas hoje em diversas áreas agrícolas, incluindo alguns pontos de Iowa e Illinois, embora parte dessas precipitações devam vir acompanhadas de condições climáticas severas.
Também pressionava os preços o fortalecimento do dólar diante das princiapais moedas globais e a desvalorização do petróleo no mercado internacional, após a Reuters informar que os Estados Unidos e o Irã intensificaram os esforços para alcançar um acordo de paz, apesar da recente troca de ataques entre os países.
Há pouco, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) divulgou que os registros de vendas para exportação na safra 2025/26 totalizaram 1,0 milhão de toneladas na semana encerrada em 4 de junho, volume 13% maior em relação à semana anterior, mas 15% abaixo da média das últimas quatro semanas. As vendas líquidas para a safra 2026/27 totalizaram 926,9 mil toneladas no período.
Mais tarde, às 13h, o USDA publicará o relatório mensal de oferta e demanda (Wasde); também está previsto para hoje o Drought Monitor, importante indicador que mostra a incidência de seca sobre as lavouras norte-americanas.
O início da colheita do milho de inverno no Centro-Sul do Brasil segue no radar, bem como o progresso dos trabalhos de campo na Argentina, que se encontram mais avançados.