Às 9h41 (horário de Brasília) desta quinta-feira (25), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em leve alta de 0,25%, cotado a R$ 64,30/saca, com valorização acumulada de 0,61% na parcial da semana. O vencimento de setembro avançava 0,31%, a R$ 67,70/sc, com ganho semanal acumulado de 1,30%.
Na véspera (24), os futuros subiram 0,45% e 0,43%, a R$ 64,14/sc e a R$ 67,49/sc, nesta ordem.
Neste pregão, os preços internos eram sustentados pela valorização do câmbio, fator que aumenta a competitividade do milho voltado à exportação. No entanto, maiores ganhos eram limitados pelo recuo dos contratos equivalentes do cereal na Bolsa de Chicago (CBOT), nos Estados Unidos.
Os agentes do mercado seguem acompanhando a colheita do milho de inverno no Centro-Sul do Brasil. Levantamento realizado pela DATAGRO Grãos até a última sexta-feira (19) mostra que os trabalhos alcançaram 11,7% da área cultivada, ritmo em linha com a temporada passada e a média dos últimos cinco anos.
A consultoria projeta que serão colhidas 112 milhões de toneladas nesta segunda safra, queda de 5% ante o ciclo passado.