Às 9h22 (horário de Brasília) desta quarta-feira (10), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em leve alta de 0,31%, cotado a R$ 65,45/saca, porém com queda semanal acumulada de 1,06%. O vencimento de setembro avançava 0,50%, a R$ 67,80/sc, mas com perda parcial de 1,50% na semana.
Ontem (9), os futuros fecharam o dia em campo misto: o de julho recuou 0,23%, a R$ 65,25/saca; enquanto o de setembro fechou em viés de alta (+0,01%), a R$ 67,46/sc.
Nesta manhã, os preços internos eram sustentados avanço do câmbio, fator que aumenta a competitividade do milho brasileiro voltado à exportação, bem como pela valorização dos contratos equivalentes do milho na Bolsa de Chicago (CBOT).
No campo, os investidores seguem monitorando a colheita do milho de inverno 2025/26 no Centro-Sul do Brasil, que atingiu 3,3% da área projetada, após um avanço semanal de 2,2 pontos percentuais, conforme mostra levantamento realizado pela DATAGRO Grãos até a última sexta-feira (5). Mato Grosso e o Paraná lideram os esforços de colheita.
A DATAGRO Grãos projeta que serão colhidas 112,3 milhões de toneladas de milho na safra de inverno, o que configura uma queda de 5% ante a temporada anterior. Boa parte dessa perda, porém, deve ser compensada pela safra de verão, cuja produção saltou 14%, para 28,9 milhões de toneladas, no ciclo 2025/26.