Às 9h25 (horário de Brasília) desta quarta-feira (12), o contrato de setembro do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em leve alta de 0,21%, cotado a R$ 69,95/saca; o de novembro subia 0,13%, a R$ 74,80/sc. Na parcial da semana, os futuros acumulam valorização de 1,61% e 1,63%, respectivamente.
Na véspera (11), os vencimentos fecharam em direções opostas: o de setembro caiu 0,10%, a R$ 69,80/sc, enquanto o de novembro avançou 0,13%, a R$ 74,70/sc.
Nesta manhã, os preços internos eram sustentados pelo avanço dos contratos equivalentes do milho na Bolsa de Chicago (CBOT). No entanto, ganhos eram limitados pela desvalorização do câmbio, fator que diminui a competitividade do grão voltado à exportação.
O mercado segue monitorando o progresso da colheita do milho de inverno 2025/26 no Centro-Sul do Brasil, que atingiu 77,5% da área projetada, após um avanço semanal de 7,9 pontos percentuais em uma semana, conforme mostra levantamento da DATAGRO Grãos até a última sexta-feira (7). Até o momento, entre os estados produtores, somente o Mato Grosso já concluiu os trabalhos.
No mesmo período da temporada anterior, a colheita estava em 86,1% da área, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 78,3%.