Milho opera em campo positivo nesta manhã de 3ª feira na B3

Às 9h16 (horário de Brasília) desta terça-feira (23), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) apresentava estabilidade com viés de alta (+0,08%), cotado a R$ 63,70/saca; o vencimento de setembro avançava 0,39%, a R$ 66,91/sc.

Ontem (22), os futuros anotaram perdas: o contrato de julho recuou 0,41%, a R$ 63,65/sc, e o de setembro se desvalorizou 0,22%, a R$ 66,65/sc.

Nesta manhã, os preços internos eram sustentados pela valorização do câmbio, fator que aumenta a competitividade do milho brasileiro voltado à exportação.

Ademais, o avanço dos contratos equivalentes na Bolsa de Chicago (CBOT), nos Estados Unidos, também contribuía para o viés positivo.

Dados divulgados ontem pela Secretária de Comércio Exterior (Secex) e analisados pela DATAGRO Grãos mostram que o Brasil embarcou 76,7 mil toneladas de milho na semana encerrada em 19 de junho, ante 139,1 mil toneladas na anterior.

Os embarques brasileiros de milho devem ganhar tração a partir do segundo semestre deste ano, conforme a safra de inverno começa a entrar no mercado. Os trabalhos de colheita já tiveram início no Centro-Sul do Brasil, com Mato Grosso e Paraná liderando os esforços.

A nível nacional, a DATAGRO Grãos projeta uma produção de 112,3 milhões de toneladas, o segundo maior volume da história, atás apenas da safra recorde de 118,0 milhões de toneladas colhidas no ciclo passado.