Às 9h56 (horário de Brasília) desta segunda-feira (30), o contrato de maio do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em leve alta de 0,22%, cotado a R$ 72,33/saca; o de julho subia 0,38%, a R$ 71,59/sc.
Na sexta-feira (27), o vencimento de maio avançou 0,17%, a R$ 72,17/sc, encerrando a semana com ganho acumulado de 0,25%; o de julho anotou alta de 0,38%, a R$ 71,32/sc, com valorização semanal de 0,54%.
Nesta manhã, os preços internos eram sustentados pelo atraso na colheita do milho de verão 2025/26 no Centro-Sul do Brasil, a qual vem sendo prejudicada pelo elevado volume de chuvas registrado nos últimos dois meses.
Além disso, os agentes de mercado seguem monitorando o progresso do plantio do milho de inverno, que entra em sua fase derradeira. O ritmo atual está abaixo do observado no ano anterior, porém acima da média das últimas cinco safras.
As novas projeções da DATAGRO Grãos indicam uma colheita de 144 milhões de toneladas do cereal na temporada 2025/26, somando as duas safras, volume 1% superior na comparação com o ciclo anterior e um recorde histórico.
Maiores ganhos eram limitados pela desvalorização do câmbio e dos contratos equivalentes do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT).
No radar, os novos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, tendo em vista que o Irã foi o principal destino do milho exportado pelo Brasil em 2025.