Milho opera em campo negativo na manhã desta 6ª feira na B3

Às 9h16 (horário de Brasília) desta sexta-feira (26), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em estabilidade com viés de baixa (-0,05%), cotado a R$ 64,53/saca. O vencimento de setembro recuava 0,32%, a R$ 67,78/sc.

Por outro lado, na parcial da semana, os vencimentos acumulam ganhos de 0,97% e 1,47%, respectivamente.

Na véspera (25), o contrato de julho fechou em alta de 0,65%, a R$ 64,56/saca, enquanto o de setembro avançou 0,76%, a R$ 68,00/sc.

Nesta manhã, os preços internos eram pressionados pelo recuo dos contratos equivalentes do cereal na Bolsa de Chicago (CBOT), bem como pela desvalorização do câmbio, fator que diminui a competitividade do milho voltado à exportação.

O avanço dos trabalhos de campo nas lavouras do cereal também exercia pressão sobre as cotações do grão.

De acordo com o levantamento realizado pela DATAGRO Grãos, até a última sexta-feira (19), a colheita do milho de inverno 2025/26 no Centro-Sul do Brasil atingiu 11,7% da área projetada, após um avanço semanal de 5,3 pontos percentuais.

O ritmo dos trabalhos se encontra similar ao observado no mesmo período do ano passado (11,7%) e na média das últimas cinco safras (12,0%).

DATAGRO projeta que serão colhidas 112 milhões de toneladas nesta segunda safra, queda de 5% ante o ciclo passado.