Às 9h06 (horário de Brasília) desta quinta-feira (1º), o contrato de novembro do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em leve baixa de 0,26%, cotado a R$ 71,84/saca, com recuo acumulado de 4,86% na parcial da semana. O vencimento de janeiro recuava 0,86%, a R$ 78,74/sc, com desvalorização de 4,51% no acumulado da semana.
Na véspera (30), o contrato de novembro despencou 3,04%, a R$ 72,03/sc, e o de janeiro encerrou com queda de 2,94%, a R$ 76,50/sc. No mês de setembro, os futuros acumularam perdas de 7,14% e 5,44%, respectivamente.
Nesta manhã, os preços internos eram pressionados pelo avanço do plantio do milho de verão 2026/27 no Centro-Sul do Brasil.
Os trabalhos chegaram a 36,8% da área projetada, após um avanço de 7,8 pontos percentuais em uma semana, mostra levantamento da DATAGRO Grãos, com base em dados coletados até a última sexta-feira (25).
No entanto, eram limitadas pelo avanço dos contratos equivalentes na Bolsa de Chicago (CBOT), bem como pela valorização do câmbio, fator que aumenta a competitividade do grão brasileiro voltado para exportação.