Às 9h33 (horário de Brasília) desta terça-feira (16), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) apresentava moderada baixa de 0,87%, cotado a R$ 63,79/saca; o vencimento de setembro caía 0,42%, a R$ 66,67/sc.
Ontem (15), os futuros anotaram ganhos: o contrato de julho avançou 0,45%, a R$ 64,35/sc, e o de setembro se valorizou 0,18%, a R$ 66,95/sc.
Nesta manhã, os preços internos eram pressionados pelo recuo dos contratos equivalentes na Bolsa de Chicago (CBOT), bem como pela desvalorização do câmbio, fator que diminui a competitividade do milho brasileiro voltado à exportação.
Os agentes do mercado também monitoram o progresso da colheita do milho de inverno 2025/26 no Centro-Sul do Brasil. Os trabalhos ainda estão no início, com Mato Grosso e Paraná liderando os esforços, e devem começar a ganhar mais ritmo nas próximas semanas.
A DATAGRO Grãos projeta que serão colhidas 112,3 milhões de toneladas de milho na safra de inverno, o que configura uma queda de 5% ante a temporada anterior. Boa parte dessa perda, porém, deve ser compensada pela safra de verão, cuja produção saltou 14%, para 28,9 milhões de toneladas, no ciclo 2025/26.