Milho opera em campo negativo na B3 nesta manhã de 2ª feira

Às 9h57 (horário de Brasília) desta segunda-feira (23), o contrato de maio do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em leve baixa de 0,38%, cotado a R$ 71,72/saca; o de julho registrava estabilidade com viés de baixa (-0,06%), a R$ 70,90/sc.

Na sexta-feira (20), o vencimento de maio terminou em viés de baixa (-0,03%), a R$ 71,99/sc, encerrando a semana com perda acumulada de 4,38%; no entanto, o de julho avançou 0,50%, a R$ 70,94/sc, porém, fechou a semana com recuo de 0,74%.

Nesta manhã, os preços internos eram pressionados pela desvalorização do câmbio e dos contratos equivalentes do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT).

O mercado também segue com as atenções voltadas à safra de inverno 2025/26, cuja semeadura se encontra próxima de ser encerrada no Centro-Sul do Brasil. As chuvas de abril deverão ser determinantes para a consolidação da segunda safra, que responde por mais de 80% da produção brasileira de milho.

Quanto à safra de verão, os trabalhos de colheita seguem atrasados no Centro-Sul do Brasil, o que tem limitado a disponibilidade do cereal no mercado interno.

No radar, a suspensão temporária de novos ataques dos Estados Unidos contra o Irã, após os dois países avançarem nas negociações para um cessar-fogo no Oriente Médio. Em 2025, o Irã foi o principal destino das exportações brasileiras de milho, respondendo por mais de um quinto do total embarcado pelo Brasil.