Milho opera em campo negativo na B3 na manhã desta 6ª feira

Às 9h20 (horário de Brasília) desta sexta-feira (14), o contrato de setembro do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em leve baixa de 0,10%, cotado a R$ 69,29/saca. O vencimento de novembro recuava 0,13%, a R$ 74,30/sc. Por outro lado, na parcial da semana, os futuros acumulam ganhos de 0,73% e 1,02%, respectivamente.

Na véspera (13), o contrato de setembro recuou 1,39%, a R$ 69,36/sc, e o de novembro cedeu 1,38%, a R$ 74,40/sc.

Nesta manhã, os preços internos eram pressionados pela desvalorização do dólar, fator que reduz a competitividade do cereal voltado à exportação. No entanto, maiores perdas eram evitadas pela alta demais de 1% dos futuros do milho na Bolsa de Chicago (CBOT).

O mercado segue atento à finalização da colheita do milho de inverno (safra 2025/26) no Centro-Sul do Brasil. De acordo o levantamento da DATAGRO Grãos, realizado até a última sexta-feira (7), os trabalhos alcançaram 77,5% da área cultivada, ritmo levemente atrasado na comparação com a média das últimas temporadas.

No radar, a Bolsa de Comércio de Rosário (BCR) elevou a projeção para a safra 2025/26 de milho da Argentina em 2,5 milhões de toneladas, para 70,5 milhões de toneladas.

Já a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) aponta que a colheita se aproxima de 80% da área cultivada, atrapalhada pela persistência da elevada umidade.