Milho opera em campo negativo na B3 na manhã desta 4ª feira

Às 9h26 (horário de Brasília) desta quarta-feira (3), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em estabilidade com viés de baixa (-0,02%), cotado a R$ 64,55/saca, com queda semanal acumulada de 1,33%. O vencimento de setembro recuava 0,30%, a R$ 66,76/sc, com perda parcial na semana de 1,97%.

Ontem (2), os futuros fecharam o dia em campo negativo: o de julho recuou 0,94%, a R$ 64,56/saca; enquanto o de setembro caiu 1,17%, a R$ 66,96/sc.

Nesta manhã, os preços internos eram pressionados pelo início da colheita da segunda safra do grão em importantes estados brasileiros como o Mato Grosso e o Paraná. Os trabalhos devem ganhar cada vez mais tração nas próximas semanas, aumentando a oferta interna do cereal.

DATAGRO Grãos projeta que serão colhidas 112,3 milhões de toneladas de milho na safra de inverno, o que configura uma queda de 5% ante a temporada anterior. Boa parte dessa perda, porém, deve ser compensada pela safra de verão, cuja produção saltou 14%, para 28,9 milhões de toneladas, no ciclo 2025/26.

No entanto, maiores perdas eram limitadas pelo avanço do câmbio, fator que aumenta a competitividade do milho brasileiro voltado à exportação, bem como pela valorização dos contratos equivalentes do milho na Bolsa de Chicago (CBOT).