Às 9h27 (horário de Brasília) desta terça-feira (5), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em leve baixa de 0,22%, cotado a R$ 67,26/saca; o vencimento de setembro recuava 0,50%, a R$ 69,35/sc.
Ontem (4), os futuros fecharam em direções opostas: o spot encerrou em estabilidade com viés de alta (+0,07%), a R$ 69,70/sc, enquanto o vencimento de setembro caiu 0,56%, a R$ 71,20/sc.
Nesta manhã, os preços internos eram pressionados pelo recuo dos contratos equivalentes do cereal na Bolsa de Chicago (CBOT). Ademais, a desvalorização do câmbio, fator que diminui a competitividade do grão brasileiro voltado à exportação, também contribuía para o viés negativo.
No campo, o milho de inverno segue em fase final de desenvolvimento, com a colheita devendo ter início nos próximos dias. Já a colheita da safra de verão caminha para o fim, com expectativa de um volume recorde, apesar dos atrasos nos trabalhos.
Somando a primeira e a segunda safra, a DATAGRO Grãos aponta que o país deverá produzir 142,9 milhões de toneladas de milho na temporada 2025/26, volume levemente inferior na comparação com as 143,3 mi de t registradas no ciclo anterior.