Nesta quarta-feira (6), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) fechou em forte baixa de 1,68%, cotado a R$ 67,45/saca; o de setembro recuou 1,28%, a R$ 69,35/sc. Na parcial da semana, os futuros acumulam perdas de 3,16% e 3,14%, respectivamente
Neste pregão, os preços internos foram pressionados pela expressiva queda dos contratos equivalentes na Bolsa de Chicago (CBOT), que recuaram mais de 2%.
Por outro lado, a leve alta do câmbio, fator que aumenta a competitividade do grão voltado à exportação, avitou maiores perdas. Próximo ao fim das negociações na B3, o dólar avançava 0,20% a R$ 4,92.
No campo, a colheita do milho de verão 2025/26 chegou a 84,8% da área projetada para o Centro-Sul do Brasil, após avançar 3,7 pontos percentuais (p.p) em sete dias, mostra levantamento realizado pela DATAGRO Grãos até a última sexta-feira (1º). No mesmo período do ano passado, os trabalhos estavam em 92,6%; na média dos últimos cinco anos, em 90,6%.
No radar, os investidores seguem atentos ao desenvolvimento final da safra de inverno no Centro-Sul do Brasil.