O contrato de setembro do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) encerrou esta quarta-feira (15) em forte alta de 1,11%, cotado a R$ 68,17/saca, com ganho semanal acumulado de 1,37%. O vencimento de novembro avançou 1,00%, a R$ 71,81/sc, com valorização de 1,56% na semana.

Nesta manhã, os preços internos foram impulsionados pelo forte avanço dos contratos equivalentes do cereal na Bolsa de Chicago (CBOT).

Os investidores também seguem acompanhando o progresso da colheita do milho de inverno 2025/26 no Centro-Sul do Brasil.

Os trabalhos de campo atingiram 36,7% da área projetada, após um avanço semanal de 10,6 pontos percentuais, mostra levantamento realizado pela DATAGRO Grãos até a última sexta-feira (10). No mesmo período da temporada passada, os trabalhos estavam em 42,4%; na média dos últimos cinco anos, em 41,1%.

DATAGRO projeta que o Brasil irá colher 112,5 milhões de toneladas de milho nesta segunda safra de 2026, volume 5% menor na comparação com o último ciclo.

Paralelamente, o câmbio, que exerce influência na competitividade do milho brasileiro voltado à exportação, operava próximo à estabilidade.