O contrato de setembro do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) encerrou esta quarta-feira (5) em baixa moderada de 0,51%, cotado a R$ 68,30/saca, com recuo semanal acumulado de 1,30%. O vencimento de novembro recuou 0,34%, a R$ 73,00/sc, com desvalorização de 1,22% na semana.
Neste pregão, os preços internos foram pressionados pela queda de mais de 1% dos contratos equivalentes do milho na Bolsa de Chicago (CBOT).
Os investidores também seguiram acompanhando o avanço da colheita da safra 2025/26 de milho no Centro do Sul do Brasil.
De acordo com a DATAGRO Grãos, até a última sexta-feira (31), os trabalhos alcançaram 69,6% da área projetada, após um avanço semanal de 8,1 pontos percentuais. No mesmo período da temporada passada, os trabalhos estavam em 79,3% da área, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 70,6%.
Paralelamente, o câmbio, fator que exerce influência a competitividade do grão voltado a exportação, operava próximo à estabilidade próximo ao fim das negociações na B3.
No radar, amanhã (6), a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgará dados de exportação fechados do mês de julho.