O contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) encerrou esta sexta-feira (26) com queda de 0,42%, cotado a R$ 64,29/saca, já o vencimento de setembro fechou em viés de baixa (-0,06%), a R$ 67,96/sc.
No entanto, na semana, os vencimentos de julho e setembro fecharam com ganhos de 0,59% e 1,74%, respectivamente.
Neste pregão, os preços internos foram pressionados pelo recuo dos contratos equivalentes do cereal na Bolsa de Chicago (CBOT), nos Estados Unidos.
Além disso, a desvalorização do câmbio, fator que diminui a competitividade do milho voltado à exportação, também contribuiu para o viés negativo. Próximo ao fim das negociações, o dólar caía 0,15% a R% 5,16.
No campo, segundo levantamento da DATAGRO Grãos, até a última sexta-feira (19), a colheita do milho de inverno 2025/26 no Centro-Sul do Brasil atingiu 11,7% da área projetada, após um avanço semanal de 5,3 pontos percentuais. O ritmo dos trabalhos se encontra similar ao observado no mesmo período do ano passado (11,7%) e na média das últimas cinco safras (12,0%).
A DATAGRO projeta que serão colhidas 112 milhões de toneladas nesta segunda safra, queda de 5% ante o ciclo passado.