Milho fecha penúltima sessão da semana em moderada baixa na Bolsa de Chicago

Os contratos de maio e julho do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram esta quinta-feira (16) em moderada baixa de 2,75 pontos e 0,60%, cotados a US$ cents 448,50/bushel e a US$ cents 457,75/bushel, respectivamente. Na semana, por outro lado, os futuros acumulam ganhos de 1,70% e 1,44%, nesta ordem.

Neste pregão, o mercado realizou lucros, tendo em vista os ganhos anotados nos últimos dias. Além disso, pesou sobre os preços o fortalecimento do dólar diante das principais moedas globais, com o DXY avançando 0,15% próximo ao encerramento das negociações na CBOT.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou os registros de vendas para exportação da última semana, mostrando que foram comercializadas 1,401 milhão de toneladas de milho para entrega no ano comercial 2025/26, volume superior às 1,361 milhão de toneladas registradas na semana anterior, mas dentro das expectativas dos analistas.

O petróleo voltou a subir expressivamente no mercado internacional, com o Brent próximo de US$ 100/barril e o WTI em torno de US$ 95/barril. A valorização do combustível fóssil aumenta a competitividade do etanol norte-americano produzido à base de milho.

O mercado também segue atento ao início do plantio da safra 2026/27 no Corn Belt, que chegou a 5% da área projetada no último domingo (12). Segundo o USDA, a semana tem sido marcada por excessivas chuvas, que estão impedindo um progresso mais acelerado dos trabalhos, mas, ao mesmo tempo, ajudando com a recuperação da umidade do solo.

O Departamento divulgou mais cedo o Drought Monitor, indicando que as lavouras em áreas que experienciam seca caíram 29% para 26%. Na mesma época da temporada passada, 30% das lavouras se encontravam sob essas condições.