O contrato de julho do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou esta sexta-feira (12) em leve alta de 1,00 ponto e 0,24%, cotado a US$ cents 412,75/bushel; o vencimento de setembro subiu 0,75 ponto e 0,18%, a US$ cents 420,75/bushel. Na semana, os futuros acumularam perdas de 1,14% e 1,46%, respectivamente.
Após a divulgação do relatório mensal de oferta e demanda na véspera (11), que acabou derrubando os preços do cereal, o mercado ajustou posições neste pregão e também repercutiu algumas preocupações climáticas trazidas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Em seu boletim climático diário, o USDA informou que o surto de tempo severo de ontem resultou em centenas de relatos de danos causados por ventos, principalmente nas regiões norte e central de Illinois e Indiana, mas também se estendendo a partes de estados vizinhos.
“Hoje, a atividade remanescente de chuvas deslocou-se para o baixo Meio-Oeste, enquanto ar mais frio e seco avança sobre o restante do Corn Belt. A maioria das culturas de verão do Meio-Oeste dispõe de umidade suficiente para um desenvolvimento ideal”, afirma o USDA.
Na segunda-feira (15), o departamento reportará o boletim semanal atualizado com as condições e estágios das lavouras norte-americanas. No dia 30 deste mês, o USDA publica seu relatório anual de área plantada, que deve incluir uma revisão para baixo das áreas semeadas com milho.
O petróleo recuou quase 4% no mercado internacional, fator que reduz a competitividade do etanol norte-americano produzido à base de milho. O DXY, índice que compara a força do dólar diante das principais moedas globais, operou próximo à estabilidade durante todo o pregão.