O contrato de maio do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou esta segunda-feira (20) em moderada alta de 3,25 pontos e 0,72%, cotado a US$ cents 452,00/bushel; o de julho subiu 2,75 pontos e 0,60%, a US$ cents 460,25/bushel.
Neste pregão, os preços do cereal foram impulsionados pela alta de mais de 5% do petróleo no mercado internacional, fator que eleva a competitividade do etanol norte-americano que é produzido à base de milho.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou que as inspeções de milho para exportação totalizaram 1,669 milhão de toneladas na semana encerrada em 16 de abril, volume 2,9% superior ao registrado na semana anterior (1,622 milhão de t), mas 3,3% inferior ao embarcado em igual período do ano passado (1,726 milhão de t). O resultado ficou dentro das projeções do mercado, que iam de 980 mil a 1,750 milhão de toneladas.
Daqui a pouco, o órgão reportará o boletim semanal com os estágios e condições das lavouras norte-americanas. Em sua atualização climática diária, o USDA apontou que alertas de geada estão em vigor para áreas ao sul como Ohio, Indiana e o centro de Illinois.
“Embora a maioria das culturas de verão do Meio-Oeste ainda não tenha sido plantada, e aquelas que já foram plantadas ainda não tenham emergido, há preocupações com geadas, algumas relacionadas a frutas em floração”, escreveu o Departamento.
O DXY, índice que compara a força do dólar diante das principais moedas globais, operou próximo à estabilidade durante todo o dia.
No radar, o desenvolvimento da segunda safra no Centro-Sul do Brasil e o andamento da colheita na Argentina.