Milho fecha a 2ª feira em moderada alta na Bolsa de Chicago

O contrato de julho do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou esta segunda-feira (11) em moderada alta de 4,00 pontos e 0,85%, cotado a US$ cents 475,25/bushel. O vencimento de setembro avançou na mesma intensidade, a US$ cents 481,75/bushel.

Neste pregão, os preços do cereal foram sustentados pela valorização do petróleo no mercado internacional – fator que aumenta a competitividade do etanol à base de milho – e pela demanda internacional aquecida pelo cereal norte-americano.

Mais cedo, o USDA relatou duas vendas individuais de milho, sendo uma de 380 mil toneladas para o México e outra de 128 mil toneladas para a Coreia do Sul.

O órgão também divulgou que as inspeções de cargas de milho para exportação somaram 1,691 milhão de toneladas na semana encerrada em 7 de maio, volume 17,1% inferior ao registrado na semana anterior, mas 30,1% acima do embarcado em igual período do ano passado. O mercado projetava entre 1,400 e 2,450 milhões de toneladas.

Daqui a pouco, o órgão publicará o boletim semanal atualizado com os estágios e condições das lavouras norte-americanas. Amanhã (12), sai o relatório mensal de oferta e demanda de maio, o primeiro com a estimativa de produção nos EUA em 2026/27.

Quanto à previsão do tempo, o boletim diário do USDA indica que geadas foram observadas no início do dia de hoje em partes do alto Meio-Oeste do Corn Belt, estendendo-se até o norte de Iowa. “Embora grande parte do Meio-Oeste tenha umidade adequada no solo, o atual período de frio está desacelerando a emergência e o crescimento do milho e da soja recentemente plantados”, afirma o USDA.

O desenvolvimento final da safra de inverno no Centro-Sul do Brasil e o progresso da colheita da Argentina seguem no radar.