Milho fecha a 2ª feira em leve alta na Bolsa de Chicago

O contrato de maio do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou esta segunda-feira (6) em leve alta de 1,75 ponto e 0,39%, cotado a US$ cents 454,00/bushel; o vencimento de julho avançou 2,00 pontos e 0,43%, a US$ cents 465,25/bushel.

Após iniciarem o dia em baixa, os preços do cereal acabaram ganhando força, acompanhando a valorização do petróleo no mercado internacional e a demanda externa aquecida.

Mais cedo, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou que as inspeções de milho para exportação somaram 2,002 milhões de toneladas na semana encerrada em 2 de abril, contra 1,880 mi de t na anterior e 1,613 mi de t em igual período do ano passado.

No acumulado do ano comercial 2025/26, as exportações norte-americanas de milho somam 48,465 mi de t, volume 36% acima do embarcado na mesma época da temporada 2024/25 e 58% do total estimado para este ciclo (83,802 mi de t).

Mais tarde, o órgão reportará o boletim com os estágios e condições das lavouras norte-americanas. Na quinta-feira (9), sairá o relatório de oferta e demanda (Wasde) de abril.

Antes do início do plantio da safra 2026/27 nos EUA, o mercado segue acompanhando de perto os trabalhos de campo na América do Sul.

No Centro-Sul do Brasil, a segunda safra segue em desenvolvimento, com as condições climáticas deste mês devendo dar uma direção melhor do real tamanho da safra, que responde por mais de 80% da produção brasileira. A colheita da primeira safra, por sua vez, segue atrasada, com os trabalhos já em sua metade final.

Na Argentina, a colheita da safra 2025/26 chegou a 19% da área cultivada na última semana, com produtores relatando bom rendimento, o que fez a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) manter sua estimativa de produção em 57 milhões de toneladas.