O contrato de setembro do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) encerrou esta sexta-feira (21) em leve baixa de 0,11%, cotado a R$ 71,30/saca. Por outro lado, o vencimento de novembro subiu 0,39%, a R$ 77,18/sc. Na semana, os futuros acumularam ganhos de 1,57% e 2,70%, respectivamente.
Neste pregão, os preços internos foram pressionados pelo recuo de 1% do câmbio, fator que diminui a competitividade do grão voltado a exportação.
Quanto ao avanço da colheita do milho de inverno no Centro-Sul do Brasil, os trabalhos alcançaram 86,3% da área cultivada, ritmo levemente superior na comparação com a média das últimas cinco temporadas (84,7%), de acordo com o levantamento da DATAGRO Grãos até a última sexta-feira (14).
A colheita foi finalizada somente no Mato Grosso. Nos estados do Paraná, Goiás e São Paulo os trabalhos ultrapassam 70% da área planejada.
No entanto, maiores perdas foram limitadas pela valorização dos contratos equivalentes na Bolsa de Chicago (CBOT).
No radar, o levantamento da Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), divulgado nesta quinta-feira (20), mostra que a colheita da safra 2025/26 de milho na Argentina chegou a 81,3% da área cultivada, após avançar 4,3 pontos percentuais em uma semana.