Às 10h (horário de Brasília) desta sexta-feira (31), o contrato de setembro do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) apresentava moderada baixa de 3,00 pontos e 0,67%, negociado a US$ cents 442,75/bushel; o de dezembro caía 3,25 pontos e 0,69%, a US$ cents 465,25/bushel.
Na parcial da semana, os futuros acumulam perdas de mais de 4%; já no mês de julho, ganho de mais de 6%.
Ontem (30), o contrato de setembro caiu 0,72%, a US$ cents 445,75/bushel, enquanto o de dezembro recuou 0,69%, a US$ cents 468,50/bushel.
Os preços do cereal seguiam em trajetória de baixa nesta manhã, pressionados pelo clima mais favorável ao desenvolvimento das lavouras norte-americanas.
Boletim diário do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indica que “chuvas benéficas registradas do vale do Mississippi em direção ao oeste estão ajudando a estabilizar as condições das lavouras, que haviam se deteriorado durante o recente período de calor e tempo seco”.
Também pesava sobre as cotações o aumento da oferta na América do Sul. A colheita da safra de inverno no Brasil ultrapassa 60% da área cultivada no Centro-Sul do país, com bons rendimentos no Mato Grosso, principal estado produtor.
Já na Argentina, a colheita da safra 2025/26 está 70% concluída, com entidades locais apontando para uma produção recorde, de mais de 65 milhões de toneladas.
No entanto, maiores perdas eram limitadas pelo avanço do petróleo no mercado internacional e pela demanda interna e externa aquecida pelo milho dos Estados Unidos.
Anteriormente nesta semana, a Administração de Informação de Energia (EIA) divulgou que a produção norte-americana de etanol bateu o segundo maior nível já registrado na história na semana encerrada em 24 de julho. O USDA, por sua vez, relatou vendas para exportação no ano comercial 2026/27 acima das expectativas dos investidores.