Às 9h45 (horário de Brasília) desta segunda-feira (11), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) apresentava moderada alta de 3,00 pontos e 0,64%, cotado a US$ cents 474,25/bushel; o de setembro avançava 3,25 pontos e 0,68%, a US$ cents 481,00/bushel.
Na sexta-feira (8), o vencimento de julho avançou 0,80%, a US$ cents 471,25/bushel, mas fechou a semana com perda acumulada de 1,87%; o de setembro subiu 0,74%, a US$ cents 477,75/bushel – porém com desvalorização semanal de 1,39%.
Nesta manhã, os preços do cereal eram sustentados pela alta de mais de 2% do petróleo no mercado internacional, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitar totalmente a proposta apresentada pelo Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio. A valorização do combustível fóssil aumenta a competitividade do etanol norte-americano produzido à base de milho.
O mercado segue atento ao plantio da nova safra no Corn Belt. Após o fechamento das negociações, o Departamento de Agricultura (USDA) divulgará seu boletim semanal com os estágios e condições das lavouras.
Daqui a pouco, sai o relatório semanal de embarques; amanhã (12), o USDA publica o relatório mensal de oferta e demanda de maio (Wasde), com a primeira projeção de produção na temporada 2026/27.
No radar, o desenvolvimento da safra de inverno no Centro-Sul do Brasil e o progresso da colheita na Argentina.