Às 9h45 (horário de Brasília) desta quinta-feira (23), o contrato de maio do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operava em leve baixa de 0,50 ponto e 0,11%, cotado a US$ cents 453,75/bushel; o de julho caía 0,25 ponto e 0,05%, a US$ cents 462,50/bushel. Na parcial da semana, por outro lado, os vencimentos acumulam ganhos de 1,11% e 1,09%, respectivamente.
Na véspera (22), o contrato de maio avançou 0,11%, a US$ cents 454,25/bushel; e o de julho subiu 0,16%, a US$ cents 462,75/bushel.
Nesta manhã, o mercado realizava lucros, tendo em vista os ganhos anotados nos últimos dias. Além disso, pesava sobre as cotações o fortalecimento do dólar diante das principais moedas globais, com o índice DXY subindo 0,15%.
Também pesa sobre os preços o acelerado ritmo de plantio da safra 2026/27 dos Estados Unidos, apesar da projeção do Departamento de Agricultura (USDA) de que os produtores irão semear menos milho nesta temporada.
Limitando maiores perdas, a demanda internacional segue aquecida pelo milho norte-americano. Há pouco, o USDA reportou os registros de vendas para exportação referentes à semana encerrada em 16 de abril, indicando a comercialização de 1,316 milhões de toneladas de milho para entrega no ano comercial 2025/26, volume 3% superior à média das últimas quatro semanas. Para entrega em 2026/27, foram registradas vendas de 440,1 mil toneladas de milho.
No radar, o iminente início da colheita da safra de inverno no Centro-Sul do Brasil e o progresso dos trabalhos na Argentina, que já ultrapassam 20% da área cultivada. A expectativa é de safra recorde em ambos os países.