Às 10h (horário de Brasília) desta quinta-feira (30), o contrato de setembro do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) apresentava leve alta de 1,50 ponto e 0,33%, negociado a US$ cents 450,50/bushel; o de dezembro subia 1,75 ponto e 0,37%, a US$ cents 473,50/bushel. Na parcial da semana, por outro lado, os futuros acumulam perdas de 2,96% e 2,87%, nesta odem.
Ontem (29), o contrato de setembro caiu 2,07%, a US$ cents 449,00/bushel, enquanto o de dezembro cedeu 1,82%, a US$ cents 471,75/bushel.
Nesta manhã, o mercado ajustava posições, tendo em vista as perdas anotadas anteriormente nesta semana. Além disso, dava suporte a demanda interna aquecida pelo milho norte-americano para fabricação de etanol.
Conforme divulgado na véspera pela Administração de Informação de Energia (EIA), a produção do biocombustível nos Estados Unidos na semana encerrada em 24 de julho totalizou 1,133 milhão de barris por dia (bpd), volume acima do registrado na semana anterior (1,094 mi de barris) e o segundo maior nível já registrado, atrás apenas dos 1,196 milhão de barris produzidos nos sete dias encerrados em 9 de janeiro deste ano.
Quanto à demanda internacional, o USDA divulgou há pouco que os registros de vendas de milho para exportação na safra 2025/26 somaram 362,9 mil toneladas na semana encerrada em 23 de julho, volume 9% superior em relação à semana anterior, mas 25% abaixo da média das quatro últimas semanas.
Já para entrega no ano comercial 2026/27, as vendas líquidas totalizaram 1,062 milhão de toneladas no período, com destaque para compras do México e destinhos desconhecidos.
Limitando maiores ganhos, o Serviço Nacional de Meteorologia indica a possibilidade de ocorrência de tempestades em partes do Iowa e de outros importantes estados produtores de milho nesta tarde, o que deve aliviar o estresse hídrico observado em alguns locais.
No radar, a colheita da safra de inverno no Brasil e o progresso dos trabalhos na Argentina.