Às 10h35 (horário de Brasília) desta segunda-feira (20), o contrato de setembro do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) apresentava forte alta de 7,50 pontos e 1,69%, cotado a US$ cents 452,25/bushel; o de dezembro subia 8,25 pontos e 1,76%, a US$ cents 475,75/bushel.
Na sexta-feira (17), o vencimento de setembro avançou 0,74%, a US$ cents 444,75/bushel, fechando a semana com ganho acumulado de 1,19%. O de dezembro anotou alta de 0,75%, a US$ cents 467,50/bushel – com valorização semanal de 1,41%.
Nesta manhã, os preços do cereal seguiam em trajetória de alta, sustentados pelo clima quente persistente em partes do Meio-Oeste dos Estados Unidos. O Serviço Nacional de Meteorologia emitiu alertas de calor para hoje abrangendo desde Minnesota até a costa do Golfo do México. A previsão é de que a temperatura alcance 43,3ºC em alguns pontos de Iowa.
Também dava suporte a demanda internacional aquecida: há pouco, exportadores norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) uma venda de 100 mil toneladas de milho para a Colômbia, com entrega programada para o ano comercial 2026/27.
O petróleo, que exerce influência direta sobre a competitividade do etanol norte-americano produzido à base de milho, apresentava volatilidade nesta manhã, com o mercado de olho no conflito no Oriente Médio.
Mais tarde, o USDA divulgará o relatório semanal de embarques e o boletim atualizado com as condições e estágios de desenvolvimento das lavouras norte-americanas. As colheitas em andamento no Brasil e na Argentina seguem no radar.