Às 9h33 (horário de Brasília) desta quinta-feira (6), o contrato de setembro do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em leve baixa de 0,48%, cotado a R$ 67,97/saca; o de novembro recuava 0,45%, a R$ 72,67/sc. Na semana, os futuros acumulam perdas parciais de 1,78% e 1,66%, respectivamente.
Na véspera (5), o vencimento de setembro caiu 0,51%, a R$ 68,30/sc, e o de novembro cedeu 0,34%, a R$ 73,00/sc.
Nesta manhã, os preços internos eram pressionados pela desvalorização do câmbio, fator que diminui a competitividade do grão brasileiro voltado à exportação. Ademais, a baixa dos contratos equivalentes do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) também contribuía para o viés negativo.
No campo, os agentes do mercado monitoram o progresso da colheita da safra 2025/26 de milho no Centro do Sul do Brasil.
De acordo com a DATAGRO Grãos, até a última sexta-feira (31), os trabalhos alcançaram 69,6% da área projetada, após um avanço semanal de 8,1 pontos percentuais. No mesmo período da temporada passada, os trabalhos estavam em 79,3% da área, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 70,6%.
No radar, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgará hoje os dados de exportação fechados do mês de julho.