Às 9h56 (horário de Brasília) desta quinta-feira (26), o contrato de maio do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) registrava leve queda de 0,12%, cotado a R$ 71,96/saca, com perda acumulada de 0,04% na semana. O vencimento de julho recuava 0,20%, a R$ 71,11/sc, mas com ganho semanal parcial de 0,24%.

Na véspera (25), o vencimento de maio subiu 0,19%, a 72,05/sc, e o de julho avançou 0,21%, a R$ 71,25/sc.

Nesta manhã, os preços internos eram pressionados pela desvalorização dos contratos equivalentes na Bolsa de Chicago (CBOT). Por outro lado, maiores perdas eram limitadas pela alta do câmbio, fator que aumenta a competitividade do grão voltado à exportação.

Os agentes do mercado seguem acompanhando o progresso do plantio do milho de inverno no Centro-Sul do Brasil. A semeadura da segunda safra alcançou 94,6% da área projetada, após avançar 5,3 pontos percentuais em uma semana, mostra levantamento realizado pela DATAGRO Grãos até a última sexta-feira (20). Esse ritmo está abaixo do observado em igual período do ano passado (97,3%), porém acima da média das últimas cinco safras (93,8%).

Quanto ao milho de verão 2025/26, a colheita chegou a 49,5% da área projetada para o Centro-Sul do Brasil, contra 66,2% no mesmo período do ano passado e 59,0% na média dos últimos cinco anos.

As novas projeções da DATAGRO Grãos indicam uma colheita de 144 milhões de toneladas do cereal na temporada 2025/26, somando as duas safras, volume 1% superior na comparação com o ciclo anterior e um recorde histórico.