Milho anota perdas na manhã desta 3ª feira na B3

Às 9h36 (horário de Brasília) desta terça-feira (26), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) apresentava queda moderada de 0,50%, cotado a R$ 66,25/saca; o vencimento de setembro caía 0,49%, a R$ 69,16/sc.

Ontem (25), os futuros anotaram perdas: o contrato de julho recuou 0,92%, a R$ 66,58/sc, e o de setembro se desvalorizou 0,63%, a R$ 69,50/sc.

Nesta manhã, os preços internos eram pressionados pelo recuo dos contratos equivalentes do milho na Bolsa de Chicago (CBOT), bem como pela desvalorização do câmbio, fator que diminui a competitividade do milho brasileiro voltado à exportação.

No campo, o início da colheita da segunda safra do grão também exerce pressão sobre as cotações. Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a colheita da safra 2025/26 de milho de inverno teve início na última semana no Mato Grosso, alcançando 0,57% da área cultivada.

DATAGRO Grãos reduziu sua projeção para a colheita da segunda safra de 114,2 para 112,3 milhões de toneladas, o que configura uma queda de 5% ante a temporada anterior.

Quanto à demanda internacional, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgou que o Brasil embarcou 67,0 mil toneladas de milho na semana encerrada em 22 de maio. O volume é superior as 34,4 mil toneladas embarcadas na semana anterior.