Milho anota perdas na B3 nesta manhã de 5ª feira

Às 9h42 (horário de Brasília) desta quinta-feira (11), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em leve baixa de 0,28%, cotado a R$ 64,51/saca. O vencimento de setembro caía 0,15%, a R$ 66,70/sc. Na semana, os futuros acumulam perdas parciais de 2,48% e 3,05%, respectivamente.

Na véspera (10), o vencimento de julho caiu 0,86%, a R$ 64,69/sc, enquanto o de setembro fechou em queda de 0,98%, a R$ 66,80/sc.

Nesta manhã, os preços internos eram pressionados pela desvalorização do câmbio, fator que diminui a competitividade do milho brasileiro voltado à exportação.

A queda dos contratos equivalentes do cereal na Bolsa de Chicago (CBOT) também exercia pressão sobre as cotações do cereal.

No campo, os investidores seguem monitorando a colheita do milho de inverno 2025/26 no Centro-Sul do Brasil, que atingiu 3,3% da área projetada, após um avanço semanal de 2,2 pontos percentuais, conforme mostra levantamento realizado pela DATAGRO Grãos até a última sexta-feira (5). Mato Grosso e o Paraná lideram os esforços de colheita.

DATAGRO Grãos projeta que serão colhidas 112,3 milhões de toneladas de milho na safra de inverno, o que configura uma queda de 5% ante a temporada anterior. Boa parte dessa perda, porém, deve ser compensada pela safra de verão, cuja produção saltou 14%, para 28,9 milhões de toneladas, no ciclo 2025/26.