Às 9h54 (horário de Brasília) desta segunda-feira (20), o contrato de maio do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operava em leve baixa de 0,50 ponto e 0,11%, cotado a US$ cents 448,25/bushel; o de julho recuava na mesma intensidade, a US$ cents 457,00/bushel.

Na última sessão (17), tanto o vencimento de maio fechou em estabilidade, a US$ cents 448,50/bushel, enquanto que o de julho caiu 0,16%, a US$ cents 457,00/bushel. Na semana, os futuros acumularam ganhos de 1,70% e 1,27%, nesta ordem.

Nesta manhã, os preços eram pressionados pelas projeções climáticas na região do Corn Belt nos Estados Unidos, área que engloba milho e soja, com a expectativa de um ritmo mais acelerado de plantio de milho nas próximas semanas.

Após o final do pregão, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) vai reportar o levantamento semanal de estágios e condições das lavouras norte-americanas. Ademais, o departamento também reportar o relatório semanal de embarques.

As perdas eram limitadas pelo aumento das tensões no Oriente Médio, após EUA atacaram e apreenderam um navio com bandeira iraniana no Golfo de Omã durante o fim de semana, e o presidente Donald Trump ameaçou novamente destruir todas as usinas de energia e pontes no Irã caso os líderes do país não cheguem a um acordo de paz.

Com isso, os preços do petróleo no mercado internacional voltaram a subir, o que tende a favorecer os biocombustíveis feitos de grãos e oleaginosas.

No radar, os agentes seguem de olho nas atividades de campo no Brasil e na Argentina, onde são esperadas safras volumosas.