O contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) fechou esta quinta-feira (14) em leve baixa de 0,33%, cotado a R$ 66,92/saca, com perda acumulada de 0,99% na parcial da semana. O vencimento de setembro recuou 0,43%, a R$ 69,80/sc, mas acumula ganho semanal de 0,11%.
Neste pregão, os preços internos foram pressionados pelo recuo do câmbio, fator que diminui a competitividade do grão voltado à exportação, bem como pela queda de mais de 2% dos contratos equivalentes na Bolsa de Chicago (CBOT).
O mercado se manteve atento à finalização da colheita da safra de verão no Centro-Sul do Brasil, que, apesar de atrasada, deve ser recorde. De acordo com levantamento da DATAGRO Grãos, os trabalhos de campo se aproximam de 90% da área cultivada.
O desenvolvimento final da safra de inverno no Centro-Sul do Brasil também é monitorado de perto. A expectativa é de uma safra cheia, apesar de algumas perdas pontuais, causadas por estresses climáticos.
No radar, investidores também monitoram a colheita da safra 2025/26 de milho na Argentina que chegou a 32,0% da área cultivada, segundo levantamento da Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) divulgado hoje.